terça-feira, 14 de junho de 2011

FO, 17 - juro que é o último

Sim, eu sei que devia ter desistido à muito tempo. Parte de mim sim, já tinha desistido. Mas havia sempre uma certa esperança de, quando te visse, tu me viesses falar outra vez e explicar-me tudo o que ficou por dizer. Ainda havia uma esperança de que me viesses abraçar e pedir desculpa.
Passou muito tempo, esperei muitos meses, chorei imensas vezes.
Agora só posso dizer que te amo como nunca amei ninguém. Que a falta do teu 'bom dia' logo de manhã me doía, que senti a falta de falar contigo horas e horas ao telemóvel, de ouvir o teu riso, de te fazer rir. De me doer a barriga de tanto rir contigo. De ser feliz. Porque bastava uma mensagem tua, ver-te que o meu dia mudava. Eu ficava mais feliz e não conseguia evitar uma risadinha parva cada vez que te via.
Senti a necessidade daqueles abraços que me davas quando eu chorava. Do 'gosto muito de ti'. Das brincadeiras parvas. De estar contigo. Basicamente senti a falta de tudo, mesmo das pequenas coisas.
Dia 17, faz um ano. Desde mês. 17 de Junho de 2010. Foi quando começamos a falar.
Faz um ano que comecei a depender de ti.
Tudo me fez lembrar de ti, e as vezes, sem estar a pensar em ti, sentia o teu cheiro e voltava a chorar.
Espero que não me tenhas esquecido por completo, que ainda te lembres de mim, que te traga boas recordações. Espero que não me tenhas esquecido, que apenas os dois tenhamos crescido e seguido caminhos diferentes. E desejo mesmo que tenhas gostado de mim, pelo menos metade do que eu gostei de ti.
Dei-te valor enquanto aqui estiveste, e a saudade não foi motivo suficiente para voltares.
Sim, aqui fica uma despedida, finalmente.

Não vou esquecer. 'Acima de tudo, sempre @' lembraste? Para mim, sim, é um sempre. Vou gostar sempre de ti, vou pensar sempre em ti, vou lembrar-me sempre. E quero que sejas feliz. MESMO.
E aqui fica um amo-te dos mais sinceros que já disse.




                  VAIS FICAR SEMPRE COMIGO

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